Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Mensagens de Esperança
Valorizando a Família
Qua, 30 de Novembro de 2011 16:11

Estamos vivendo tempos difíceis, a preservação dos casamentos e a criação dos filhos são desafios constantes no dia a dia de uma família. Esta instituição que chamamos família nasceu  no coração de Deus,  na eternidade, tendo sido planejada pela união de um homem e uma mulher em uma aliança de casamento.

O desejo de Deus é que após esta aliança, seja fortalecido o relacionamento entre  os membros da nova família que se constituiu. O que estamos presenciando nestes dias, são relacionamentos totalmente frágeis onde marido e mulher juntamente com seus filhos não investem tempo, nem cultivam o construir de uma família sólida e independente no que tange a tomada de decisões e soluções de seus problemas, tendo muitas vezes  a interferência  de  outras pessoas  no cotidiano de suas vidas.

Deus não criou o casamento para que fosse uma extensão da  casa dos pais que  outrora deixaram, nem  um espaço de jornal onde  a parentela e amigos, como se fossem leitores convidados,  dão suas opiniões .

Deus criou  o casamento e deu várias receitas  certas, uma delas é:  ``Deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher tornando-se uma só carne`` ( Gn 2:24 ).  Deixar pai e mãe, é muito mais do que mudar de endereço, trocar o local de dormir  ou até mesmo ter quem cuide de você. Deixar pai e mãe é assumir e entender que temos um compromisso com Deus  através da sua palavra,  que a partir daí,  os pais são somente objeto de honra  e não mais a autoridade máxima em nossas vidas. Honrar sim,  depender não mais.

Autor: Paulo Rogério Gomes dos Santos
local: Cachoeirinha - RS

 

 

 
Sempre Renovado
Dom, 24 de Julho de 2011 23:17

As vacas feias à vista, e magras, comiam as sete formosas à vista, e gordas. ...As espigas mirradas devoravam as sete espigas grandes e cheias. (Gn 21.4,7.)

Leia mais...
 
Os benefícios da fé e da fidelidade para o povo de Deus.
Dom, 13 de Fevereiro de 2011 20:19

Este salmo, fala de três tipos de pessoas:

• Os que confiam no senhor (v 1) também chamados de justos e bons (v 2,3)
• Os que negociam com o inimigo (v.3)
• E os que escolheram trilhar o caminho errado. (v.5)

Leia mais...
 
O que é mais importante no Apocalipse?
Qui, 07 de Outubro de 2010 01:58

                                                        

Na leitura do Apocalipse, parece que gastamos mais tempo com os detalhes do que com a mensagem central; mais tempo com as metáforas do que com os textos explícitos; mais tempo tentando pôr em ordem os eventos ali descritos do que nos abastecendo da esperança neles contida.

Leia mais...
 
Entristecidos, mas sempre alegres. (2 Co 6.10.)
Dom, 15 de Agosto de 2010 19:38

A Tristeza era bela, mas sua beleza era como a beleza do luar, quando passa através dos ramos das árvores na mata e forma pequenas poças de prata pelo chão.


Quando a Tristeza cantava, suas notas soavam como o doce e suave gorgeio do rouxinol, e em seus olhos havia aquele ar de quem cessou de esperar pela vinda da alegria. Ela sabia, compadecida-mente, chorar com os que choram; mas alegrar-se com os que se alegram era-lhe desconhecido. A Alegria era linda também, e a sua beleza era como a beleza radiante de uma manhã de verão. Seus olhos ainda traziam o riso alegre da meninice, e em seus cabelos pousava o brilho do sol. Quando a Alegria cantava, sua voz se lançava aos ares como a da cotovia, e seus passos eram como os passos do vencedor que jamais conheceu derrota. Ela podia alegrar-se com os que se alegram, mas chorar com os que choram era-lhe desconhecido.

"Nós nunca podemos estar unidas", disse a Tristeza pensativa.  "Não, nunca.", E os olhos da Alegria ficaram sérios, quando respondeu. "O meu caminho atravessa campos ensolarados; as roseiras mais lindas florescem quando eu passo, para que as colha, e os melros e tordos esperam minha passagem, para derramar seus mais alegres trinados."   "O meu caminho", disse a Tristeza afastando-se vagarosamen¬te, "atravessa a mata sombria; minhas mãos só podem encher-se das flores noturnas. Contudo, toda a beleza e valor que a noite encerra me pertencem! Adeus, Alegria, adeus."

Quando ela acabou de falar, ambas tiveram consciência de uma presença próxima; indistinta, mas com um aspecto de realeza. E uma atmosfera de reverência e santidade as fez ajoelharem-se perante Ele.  "Eu O vejo como o Rei da Alegria", murmurou a Tristeza, "pois sobre a Sua cabeça estão muitas coroas, e as marcas das Suas mãos e pés são sinais de uma grande vitória. Diante dEle toda a minha tristeza está-se transformando em amor e alegria imortais, e eu me dou a Ele para sempre."  "Não, Tristeza", sussurrou a Alegria, "eu o vejo como o Rei da dor; Sua coroa é de espinhos, e as marcas das Suas mãos e pés são marcas de uma grande agonia. Eu também me dou a Ele para sempre, pois a tristeza com Ele deve ser muito mais doce do que qualquer alegria que eu conheço."
"Então, nele, nós somos uma"m exclamaram com júbilo; "pois somente Ele poderia unir Alegria e Tristeza."

De mãos dadas, saíram elas para o mundo, para segui-lO na tempestade e na bonança, na desolação do inverno e na alegria do verão, "entristecidos, mas sempre alegres".

 
Início Anterior 1 2 3 Próximo Fim

Página 1 de 3