Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

"Crack"
Qui, 03 de Junho de 2010 13:41

Segundo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra em entrevista no inicio da semana de junho/10, diz que está no plano de enfrentamento ao crack o reforço das ações de combate e a melhoria do sistema de tratamento e de acolhimento do dependente.

Essas duas pontas são as prioritárias, são as ações imediatas, que estão sendo desenvolvidas através de repasses de recursos para os municípios, e de ações específicas do Ministério da Justiça, da Polícia Federal, em articulação com as polícias estaduais e também com o reforço do Exército nas fronteiras do Brasil. Um dos pilares fundamentais desse plano é o reforço da vigilância nas fronteiras. Sabemos que se não coibirmos a entrada da droga o nosso combate fica difícil, porque permanentemente teremos uma oferta muito grande da droga. 


Já existem trabalhos sendo desenvolvidos, e esperamos que ainda em junho já estejam concluídos os estudos contratados junto a universidades para mostrar o mapa do crack no Brasil, um efetivo diagnóstico do problema. Tanto do tráfico, quanto do consumo e do período e medidas necessárias para o tratamento dos pacientes. Uma das fases desse programa é exatamente esse estudo, que nunca foi feito antes, porque essa é uma droga nova, que estamos conhecendo agora e nos deparando com os efeitos, que são terríveis.

fonte: Secom

A origem da palavra e a produção do crack:


A palavra crack está ligada a um dos seus componentes, pois vem do som que a pedra de cristal faz quando é aquecida no cachimbo de crack. Esse som é causado pelo bicarbonato de sódio. Também porque o bicarbonato, ao final do processo de produção fica “craquelado”, fazendo uma barulho de quebra, de “crack”.

Seu processo de produção inicia quando a folha da coca é misturada com água, querosene, acido sulfúrico e amoníaco, virando então a pasta de cocaína crua. Esta pasta base é misturada a uma solução ácida e a permanganato de potássio. Depois ainda é acrescentado amoníaco, acetona, éter, ácido clorídrico e bicarbonato, em diferentes processos de filtragem e secagem. O pior desse processo todo é que ele se encontra detalhado em sites da internet, que hospedam verdadeiros manuais de instruções de como produzir a droga.

O uso do crack

Após sua inalação em forma de fumaça, o crack penetra os neurônios, e bloqueia a absorção de dopamina, uma substância responsável pelo prazer. A dopamina se acumula entre os neurônios e encharca o cérebro com sensações de euforia. Esse processo demora de 10 a 15 segundos. O efeito dura pouco tempo, 10 minutos, no máximo, o que obriga a repetição da dose quase que instantaneamente. Ele causa ao usuário em torno de 10 minutos de “super euforia” e o mesmo tempo depois, de intensa depressão.

Assim, o crack leva a um alto consumo, viciando oito vezes mais rápido do que a própria cocaína. Se inalado com álcool, as duas substâncias podem se combinar no fígado e produzir uma substância química chamada cocaetileno. Essa substância tóxica e potencialmente fatal produz um “barato” mais intenso que o crack sozinho, mas também aumenta ainda mais o ritmo cardíaco e a pressão arterial, levando a resultados letais.

 

 

 


Mais atuais:
Mais antigos: